Um dos segredos da Red Bull nos pit-stops

Está aí, e a cada dia sabemos de algo novo, mais uma excelente tática de corrida que a Red Bull usa em seus pit-stops: Um dos mais rápidos em todas as corridas, e que servem para tirar segundos de diferenças para os rivais, como vimos na Espanha. Ou seja, além do RB7 já ser um foguete em pista, a eficiência da troca de pneus reforça isso. O responsável pela perfeita rapidez dos mecânicos é um laser, como vemos no resto deste post.

A Red Bull está usando um sistema laser para que o carro pare sempre no mesmo lugar na linha dos boxes, o que facilita em muito o trabalho dos mecânicos em fixar as rodas, sem ter que se mover de lugar e perder um tempo de ouro.

O laser está na barra que o mecânico indica até onde o carro poderá ir, indicando o piloto o lugar justo onde deve parar, e nesta podem-se ver dois círculos vermelhos (sendo que em um deles há um pequeno ponto vermelho), como podemos ver na foto abaixo:

O ponto do laser serve como referência para a posição da barra que o mecânico está segurando: Sempre deixando um círculo dentro do ponto vermelho, onde é impossível errar em quanto a esse sentido.

Na foto abaixo vemos como o laser claramente para uma linha sobre a roda, outro ponto que indica a ideal colocação do carro no momento da parada.

Depois da descoberta, que tem como protagonista o sempre hábil Adam Cooper, a pergunta que fica é: E agora? Algumas equipes já teriam esse sistema e, se não, todas irão copiá-lo? Talvez com isso um pouco da diferença de tempo perdido nas paradas seja recuperado por Ferrari e McLaren…

5 pensamentos sobre “Um dos segredos da Red Bull nos pit-stops

  1. A Toyota criou o TPS (Toyota Production System) que é fonte de inspiração para centenas de outras empresas, automobilísticas ou não. Implantaram uma série de idéias de fluxo de produção, reduzindo ou eliminando o tempo de etapas desnecessárias.
    Quando a Toyota entrou na F1, pensei: “Esses caras vão detonar!” Um dia, um carro da Toyota quebrou o bico e, na parada de box, surgiu um carrinho com o bico novo na altura correta. A troca do bico, geralmente demorada, foi quase 2 segundos mais rápida que a troca de bico de uma outra equipe na mesma corrida.
    Pronto, foi a única vez que vi as idéias do TPS serem aplicadas na F1. A resto da história da Toyota na F1 vocês já sabem.
    Isso que a RedBull está fazendo é exatamente o que eu esperava da Toyota na época. São idéias de uma empresa que patrocina até competição de avião de papel (RB Paper Wings). São coisas impensáveis para equipes que se esforçam unicamente em copiar as demais.
    Exemplo claro disso: se a Toro Rosso estivesse usando o carro da RedBull de anos anteriores, teriam rendimento bem melhor em 2010 e 2011. Mas esse não é o objetivo! O objetivo é ter uma outro equipe diferente lá na Itália pensando em outros soluções, sem a influência da equipe mãe. Logo virão coisas geniais lá da STR.
    Não seria bom se eles comprassem a Hispania e fizessem uma “Alas F1 Racing”?

    • Até o veto ou a cópia eles ja colocaram o campeonato no saco, e as cópias nunca são melhores que os originais e por final quando os outros tão copiando eles já estão no passo a frente…..

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