Os efeitos das novas regras na F1 atual

Como os leitores deste blog devem ter percebido, a Fórmula 1 prometida nos últimos meses com a legenda de “uma nova categoria” onde voltaríamos a sentir, nós mesmos, a emoção de poder ver corridas mais emocionantes – apesar de que menos elegantes – está se cumprindo de forma satisfatória para a visão da maior parte da comunidade que acompanha fervorosamente a F1 ao redor do mundo.

Sendo ela puxada pela tensão de ter uma pitada de artificialidade ao seu redor, é inegável desmentir a dificuldade em tirar o olho da televisão durante uma prova, sob o risco de perder alguma ultrapassagem, algo que não era comum, por exemplo, três anos atrás.

Seguramente, podemos observar três fatores que nos dão a condição de ter a oportunidade de viver esta nova fase: Os pneus Pirelli, que conseguem proporcionar um bom estofo para quem queria ver corridas mais imprevisíveis e estratégias bem articuladas, a Asa Traseira Móvel, que invariavelmente criticada traz de volta um grande número de ultrapassagens, e a volta do KERS, que parece ter o papel, ironicamente, voltado à infernizar a Red Bull, que até o momento tem difculdades para gerenciar o seu funcionamento.

O interessante, na onda do ponto artificial posto em cima de tudo isto como o motivo para o definitivo aumento de emoção nos GPs, é que os poucos o clima contra está se amenizando. Entre ainda a refutação de Horner e alguns outros personagens, uma série de pilotos se mostra a favor (como Kövalainen), porque em tese e nos números o aumento é provado:

Ultrapassagens:

  • Austrália 2008: 8 / Austrália 2011: 29
  • Malásia 2008: 5 / Malásia 2011: 56
  • China 2008: 9 / China 2011: 63

E o mais impressionante é o fato da corrida em Shanghai ter sido sob pista seca (ao contrário de 2010). O rastro deixado pelas novas regras na China é avassalador, e na corrida com mais ultrapassagens sob seco nas últimas duas décadas, é impossível afirmar que na metade da prova não se sabia que poderia vir a vencer, tendo uma variedade de pilotos compartilhando a ponta.

Temos aí um claro indício de que “estamos” apontando ao caminho certo em termos de entretenimento, o que todo telespectador precisa para não sentir tédio em ver 24 carros rodar na pista sem possibilidades de ultrapassar. E para quem não pensou nisso, é também uma boa arma de marketing para a FOM atrair mais público, por livre e espontânea vontade, em assistir as corridas com grande expectativa.

Está certo que, tanto eu quanto você, não queremos ver a categoria ridicularizada por alguns aparatos carregados de artificialismos para termos ultrapassagens. Nunca foi fácil passar, e isso é provado pelos mesmos pilotos que antes assumiam a dificuldade na missão de ser páreo na frente de um carro superior.

Só que em um balanço geral, o frenesi frente à esta emoção é positiva, e em qualquer enquente centenas de “F1 viewers”, 99% irá preferir uma corrida com ultrapassagens artificiais do que uma corrida onde tudo é definido na largada.

Confesso que já fui contra isso, no melhor estilo conservador, mas é bom refletir que por trás (ou até por frente mesmo), a F1 é um negócio que precisa de dinheiro para se sustenar, e de nada adiantam arquibancadas vazias e transmissões com pouca audiência apenas por satisfazer quem não é a favor das mudanças.

Claro que nada é perfeito. Detalhes como o rastro de borracha que vimos na Malásia deixados na pista pelo esfarelamento dos Pirelli, que proporcionam uma perda de 1-2 kg de massa nas provas e erros na configuração da Asa Traisera Móvel são problemas a serem resolvidos.

Em suma, não tenho maiores motivos para criticar ou “pegar no pé” das novas regras. Não obstante, nunca é demais perguntar : Qual o balanço, seja negativo ou positivo, que vocês têm da F1 atual?

30 pensamentos sobre “Os efeitos das novas regras na F1 atual

  1. Primeiramente, belissimo texto, Tomás.
    Eu critiquei muito, muito mesmo, a ATM antes do inicio da temporada, mas tenho que reconhecer que até agora não houve grandes problemas em relação ao seu uso, e as ultrapassagens realmente estão existindo. Os números não mentem, em o Gp da China deste ano, em relação a 2008, teve 54 ultrapassagens a mais, e fora que muitas não foram simples e fáceis como imaginavamos.
    Até agora a decisão da volta do Kers, e da implantação da ATM e pneus que se degradam muito surtiram um efeito positivo, só espero que continuem assim.

    • Obrigado Lucas. Bem, a tendência é que como ainda é novidade para todos, haja um pouco de exagero na avaliação de tudo. Com o passar das corridas já será “normal”, o que também não deve durar muito no atual formato: 2013 vem aí…

  2. Com certeza o balanço é positivo, antes de começar o campeonato minha opinião era de que teríamos que esperar para uma melhor avaliação, e que até o momento esta sendo boa.

    Das tres novidades do ano, estou um pouco decepcionado com os Pirellis, acho que deixaram os carros bem mais lentos do que os Bridgestone, e a qualidade deles são questionaveis.

    • “Das tres novidades do ano, estou um pouco decepcionado com os Pirellis, acho que deixaram os carros bem mais lentos do que os Bridgestone, e a qualidade deles são questionáveis.”

      Por isso torço que a guerra dos pneus um dia volte para a F1.

      • Marcelo, na verdade, os carros estão mais rápidos:

        Pole Austrália 2010: Vettel, 1:23:919
        Pole Austrália 2011: Vettel, 1:23:529

        Pole China 2010: Vettel, 1:34:558
        Pole China 2011: Vettel, 1:33:706

        Ps: Na Malásia é impossivel comparar, em 2010 choveu horrores no Qualify.

    • Desculpe discordar amigo, mas acho, que os pneus estão cumprindo o seu papel, deixando os carros e pilotos mais vulneraveis. Afinal, a intenção inicial era essa, ou não?

  3. Por hora bem positivo… a corrida de Shangai foi um show com disputas do começo ao fim.
    Especialmente pela disputa entre Schumacher x Alonso. No momento que finalmente o Alonso conseguiu passar o Schumacher o Webber vem e passa o Alonso na mesma volta… rs rs rs

  4. Eu honestamente não tenho achado tudo isso, ver ultrapassagens assim está tirando ainda mais o mérito do bom piloto.
    por exemplo ver Vettel sendo passado pelo hamilton não foi nada legal, sabendo q o vettel tem mais carro e é tão piloto (ou mais?) que o hamilton.
    Do meu ponto de vista seria válido dar, pelo menos, o direito do piloto defender no braço como quiser, podendo ir e vir para defender a posição, seria mt interessante

  5. Não me agrada muito, também, o fato de dispositivos tecnológicos proporcionarem mais ultrapassagens. Mas é muito melhor ver as corridas hoje, do que ano passado por exemplo. Acredito que a F1, mesmo que tenha adotado esses equipamentos, está no caminho certo para atração do público novamente, seja na TV ou nos circuitos.

    E aposto que os pilotos aprovam as medidas.

  6. sem dúvida a formula 1 evoluiu e se tornou mais emocionante e imprevisível, mas eu continuo achando que falta algo à formula 1 e penso que enquanto os “tilkodromos” existirem a f1 continuara sentindo falta dos tempos de outrora

    • Em tese, como o dinheiro pesa mais na questão dos “Tilkodródromos” estarem aí, termos de vola algumas pistas sensacionais que a F1 “barata” já teve, é complicadíssimo.

      • E ainda, o melhor Tilkodrómo que existe o da Turquia está em risco de sair do calendário em 2.012.

  7. Boa noite Tomás!

    Mais uma vez você fez um texto completo e sem torcida, bem diferente de muitos Blogs que lemos pela net, e por isso lhe dou os parabéns!

    Quanto as mudanças da F1 para este ano, sou de acordo sim. Especialmente a última corrida, esta que me fez lembrar de algumas corridas da época de Senna, as quais pude acompanhar (devido a idade) rs… Fiquei sim bastante contente com o que vi, corridas com emoção e não apenas uma “procissão”. Tive a falta de sorte de “tuitar” com um gaúcho (estado o qual estimo bastante, como também as pessoas que dali são filhas), este cidadão em particular chegou a dizer que os pilotos de lá (RS) eram melhores que os da Indy, e que a F1 era superficial, etc, etc, etc… Vi que era um “bairrista”, daqueles que não merecem nem bom dia, pois quando se faz uma colocação ou defende um ponto de vista, você tem que ser no mínimo CONSCIÊNCIA do que fala.
    Más pulando o excesso de besteira que tive que ler neste último final de semana, SOU A FAVOR SIM das mudanças hoje feitas na F1, e aliás, não achei uma má idéia a da chuva artificial, não achei mesmo!

    Por fim, acho que já escrevi muito rsrsrs…

    Grande abraço e parabéns pelo Blog!

    Atenciosamente;
    Altair Cordeiro

    • Obrigado Altair!

      Agora, sobre a chuva artificial, nesse caso sou realmente contra. Estariam se aproveitando da possibilidade de incrementar “up grades” artificiais na F1, e já mexendo com a natureza…

  8. Eu gostei pq quem tem o carro mais rápido “tem o direito” de ultrapassar, coisa que estava ficando quase impossível.
    Nos novos pneus não gostei do fato de renderem só uma volta rápida durante a classificação e que a regras dos 107% é com base no tempo mais rápido do Q1 (deveria ser com base no tempo da pole).

    • O tempo do Q1 é o escolhido porque se fosse o da Pole, por exemplo, seguramente seria complicado para a Hispania passar.

      Para vermos, o melhor tempo do Q1 em Shangai foi 1:35.272 , e o da Pole 1:33.706. E esse 1 segundo e meio termina fazendo a diferença, sem contar que no Q1 pode chover e no Q3 não.

  9. Com certeza é um balanço positivo: ultrapassagens, mais emoção nas corridas, etc. Claro que é artificial, uma parte, mas as 3 primeiras corridas foram excelentes. Acho que até em circuitos chatos, como Bahrein, Coréia e Abu Dhabi, teremos corridas legais.

    • Agora pouco estava jogando F1 2010 em Abu Dhabi (até no video game é chata, sério) e pensando nisso, quero ver naquele circuitos bem chatos como Abu Dhabi ou Cingapura como deve ser. Não teremos 60 ultrapassagens como nesses 3 primeiros circuitos, mas deve aumentar o numero sim.

  10. Com relação ao seu comentário (abaixo), venho lhe responder, antes não deu:

    douglas rocha
    18/04/2011 15:20
    o mac se eu me lembro muito bem o gp de monza foi debaixo de chuva onde a ferrari e a mclaren demoraram pra soltar seus pilotos na clasificaçao e na corrida o hamilton antes da segunda parada nos boxes ele estava passando todo mundo e posso te garantir ou vc assisti que o hamilton so nao ganhou porque a mclaren na troca de peneus colocou de super chuva guando deveria colocar intermediario fazendo com que o hamilton parasse antes de 5 voltas com o peneus de super chuva,pesquisa primeiro pra depois vc fala e outra ele ganha do webber que e mediano coloca um paul diresta na mesma equipe e depois vc vem falar oq aconteceu que diga o sutiul que por ventura e um exelente piloto.

    Douglas eu tenho essa corrida, e vc esta ruim de memória, a Mclaren não demorou para soltar seus pilotos no treino! Kova largou em 2°, o problema com Lewis foi que colocaram pneus intermediários, e quando ele foi fazer sua volta, a chuva aumentou muito, por isso ele largou lá atrás.

    Com relação a corrida, realmente Lewis fez uma ótima(primeira metade de corrida), ele, assim como todos no Grid largaram com pneus de CHUVA, Lewis fez apenas UMA PARADA e colocou INTERMEDIÁRIOS(nesse momento a prova estava na metade, e a pista secando). Vettel também parou para colocar os intermediários, fez isso antes de Lewis. Portanto a Mclaren NÃO ERROU NOS PNEUS DE LEWIS NA CORRIDA, e o inglês foi assim até a bandeirada, não parou nos boxes a 5 voltas do fim, fez apenas uma parada! O problema, foi que Lewis mesmo voando na pista, não conseguiu chegar no Vettel, para se ter uma idéia, Hamilton nem conseguiu passar o Massa em 6°, seu carro começou a perder rendimento com a pista cada vez menos úmida. O inglês chegou LONGE do alemão na bandeirada, 30 segundos atrás! Vettel andou forte na chuva e também quando a pista começou a secar, o dia era do alemão. Vc pode até questionar que a Mclaren ferrou Lewis no treino, mas isso também aconteceu com outros pilotos, paciência, tudo conta. O que não pode ser questionado é o que Vettel fez, um piloto com pouca experiência vencendo em Monza, na frente de um monte de feras sem jogar a vitória fora, venceu uma corrida difícil em Monza com pista molhada, isso nunca aconteceu na era moderna na F1, Vettel venceu com motor Ferrari, casa da Ferrari, com carro não Ferrari. Dia histórico para a F1, o mais jovem piloto a vencer um GP, e não estava em equipe de ponta. Vettel não bateu só o mediano Webber na F1, em 2010 bateu 3 campeões fora da sua equipe, portanto não teve ordens de Ferrari ou Mclaren para o alemão vencer. Antes fez bonito, roubou om vice do Rubens, o vice não vale nada para muitos, mas é melhor chegar em sergundo que em terceiro.

    Agora eu te DEVOLVO:

    “Pesquisa primeiro pra depois escrever, tudo que vc disse não bate com a corrida de Monza 08”

    Com relação ao Paul di Resta, ele tem muito a provar pra chegar no nível do Vettel, mostrou talento nas categorias de base e nas primeiras corridas em 2011, mas muitos pilotos começaram bem e afundaram, espero que Di Resta confirme ser tão bom quanto parece! Acho que vai por outro caminho, não acredito que consiga vencer com equipe inferior! Vc já fala com a certeza que Di Resta bate os grandes da atualidade, vamos com calma… Sutil é muito bom, gosto dele, quem sabe um dia tenha um bom carro.

    *Pneus de Super Chuva, de onde vc tirou isso? Isso não existe, quem inventou essa besteira foi o Galvão justo nesse GP de Monza! Se vc for pelo que o Galvão diz, Jesus…vai ficar mal informado, vc é fãn do Galvão? Melhor dar atenção para o Tomás é mais garantido, Galvão é muito burro!!! Em piso molhado só existe pneus intermediários e pneus de chuva!

  11. Lucas Desiderato, comentei acima que os pneus Pirelli são mais lentos que os Bridgestone, vc colocou que o tempo das poles estão sendo melhores em 2011. Não pesquisei a fundo, mas me parece que o tempo medio durante na corrida é pior que 2010. Fora isso, os Pirellis desintegram e fazem um trilho na pista, bastava ter diferença de performance. Agora o Kers e a Asa Movel estão ok. Já o recurso da Asa Movel não é tão injusto como alguns analisam, uma vez que se o carro de trás encostou no da frente, com certeza estava mais veloz, só não tinha recurso para ultrapassar devido a complexa aerodinamica da F-1 Moderna.

    Um abç

  12. Com certeza Tomas, você escreveu esse texto para incitar a troca de idéias, e parece, que atingiu seu objetivo. Temos ainda muita FI., pela frente, e torço para, que as coisas continuem funcionando, apesar de não achar a ATM., muito esportiva, sou obrigado a concordar, que até agora pelo menos, não provocou nenhum acidente, como era previsto no inicio da temporada. Vamos dar mais tempo a carros e pilotos, para então formar juizo, sôbre os novos ingredientes da FI.

  13. Todos tem direito a uma segunda opinião, depois de várias tentativas frustradas ninguém acreditava mais que uma “asinha” pudesse fazer tanta diferença, caso também dos pneus que sempre mudavam e nada acontecia. Acho que os torcedores não tem motivo para reclamar, as corridas estão bem divertidas. Vai ser um campeonato melhor que 2010, ano passado já foi muito bom, desde 2007 não existe domínio de carro ou piloto.
    Aqui no Brasil quem realmente gosta de F1 assiste do jeito que for, o cara não consegue ficar longe, é uma questão patológica(jogo de futebol sem gols também é chato e ninguém reclama) . Todo mundo exigia ultrapassagens, agora que tem aos montes, continuam reclamando? Agora quem esta chato, as corridas ou alguns torcedores? Agora ficou claro que o problema nunca foram os pilotos, eles vão pra cima, faltava carro(como nos anos 80), com chance de ultrapassar.

    Hermann Tilke deve estar aliviado: “Estão vendo, a culpa era dos carros, e não das pistas”.

    Esta tudo dentro da esportividade, a asa móvel é pra todos, o KERS pode ser comparado a suspensão ativa das Williams ou os Turbos no ínício dos anos 80, quem pode mais chora menos! Nos anos 80 tinha piloto que fazia apenas uma parada pra trocar os pneus, outros nem trocavam, resultado disso? Quem tinha pneus novos(moles) atacavam os líderes e venciam a prova. Raras vezes(caso do Senna na Lotus) conseguia uma vitória, ninguém reclamava, que naquela época o piloto vencia por causa da diferença de pneus, motores ou suspensão.Não tem fundamento reclamar da F1 de 2011, ainda mais com a Mclaren reagindo bem, se a RBR errou na estratégia de pneus na CHN com Vettel, paciência, é essas coisas que deixam o campeonato mais acirrado. Audiência pelo mundo não tenho dúvidas, vai disparar.

    Para o Brasil, só resta lamentar(justo agora que a F1 vai começar ficar boa), se houvesse investimento no automobilismo de base, o torcedor não estaria nessa pindaíba, dependendo somente de F.Massa. É aquela coisa, nação que não investe no próprio “filho”, não tem como brigar com a concorrência, só resta olhar pra festa e chupar o dedo…

    Imagina como deve estar os torcedores alemães com Vettel campeão, brigando pelo título, e com a boa reação da Mercedes? Nico e Schummy podem chegar ao pódio em 2011. Imagina Vettel, Nico e Schummy juntos no pódio? Os torcedores alemães vão a loucura:

    “Estamos dominando a Formula 1, somos os donos da festa”

    • E isso sem contar que a Alemanha é o país com mais pilotos no grid:
      Vettel, Rosberg, Schumacher, Heidfeld, Sutil e Glock. (sendo que se Hulkenberg não tivesse sido dispensado, seriam 7 pilotos).

      • Um para cada ano, que o Schumacher foi campeão mundial, coincidência, não é mesmo. Em breve, do jeito, que as coisas vão, não teremos mais representantes na FI.

  14. Ainda sou a favor do bom e velho “vácuo”, os carros que possibilitavam esse tipo de “preparação” para ultrapassagens era muito mais bonito de ver, mais natural, exigia mais do piloto e menos do carro.

    • O bom e velho vácuo nunca deixou de existir, mas, a F1 chegou num ponto que estava dificílimo para ultrapassar e ATM foi um recurso para tentar ajudar na eficiência dele.

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