Mulheres na Fórmula 1

Já são 19 anos que uma mulher não participa de uma temporada (ou tenta classificar-se para uma corrida, no caso) de Fórmula 1 – A última foi a italiana Giovanna Amati, pela Brabham, em 1992.

Curiosamente, está lá no site (italiano) 422race.com uma matéria onde consta que, segundo fontes, o chefe da Ferrari Driver Academy Luca Baldisserr está com a ideia de trazer uma piloto para ingressar no projeto junto com outros nomes como o já conhecido Jules Bianchi.

O nomes – e reconhecimento – das mulheres no automobilismo vem crescendo depois da grande campanha de Danica Patrick, uma grande estrela da IndyCar, que já testou um Honda 2008 e foi cogitada para ingressar na equipe americana USF1 no início de 2010.

O plano da FDA se encaixa em duas escolhas aparentes- As italianas Vicky Piria e Alessandra Brena. A primeira estreou na Fórmula Abarth no ano passado e agora passa a uma equipe reconhecida, a Prema, que é a atual campeã com o francês Brandon Maïsano.

Já Brena tem uma etsreia recente no kart, e é conhecida como La Tigre del Kart, mas foi vista pelo manager da Euronova Team,Vincenzo Sospiri, na Italian Formula 3000.

Particularmente acredito que é o momento certo, assim como exclama James Allen (puxando para o lado da capacidade intelectual das mulheres frente ao grande número de artefatos para os pilotos operarem em 2011). E entrando na FDA as possibilidades de um bom caminho são viáveis.

É um interesse também polìtico, onde acredito que essas duas garotas irão tentar resgatar a glória da italiana Lella Lombardi, única mulher a pontuar na F1, conquistando 0,5 ponto (a prova foi interrumpida e a pontuação divida pela metade) no GP da Espanha de 1975.

E vocês, apoiam a vinda de mulheres ao meio da F1 depois de duas décadas? Opinem, claro, na sessão de comentários.

13 pensamentos sobre “Mulheres na Fórmula 1

  1. Não é só uma questão de preconceitos envolvidos tem toda uma preparação técnica, física e psicológica para se entrar num carro de F1.
    Na minha opinião a vantagem das mulheres é que são mais leves que os homens e a desvantagem é a força física.
    Mas se elas conseguirem balancear as vantagens e desvantagens e poder disputar de igual para igual com os homens não tem o menor problema.

  2. Óbvio que a favor! A vitória da Bia numa corrida do Desafio das Estrelas ano passado foi uma prova da força das mulheres! É uma pena que elas não tem o mesmo incentivo e patrocínios para competir como os homens. Mas a FIA ter uma comissão voltada para aumentar a participação de mulheres no automobilismo já é um grande avanço!
    O País com certeza tem um grande potencial de enviar mulheres para a Fórmula 1. Mas infelizmente estamos vivemos uma época de descaso no automobilismo brasileiro e poucos pilotos conseguem ascensão nas categorias de monopostos. Mas coloco muito fé na chegada de mulheres de todo o mundo a F1 nos próximos anos!
    Abraço para todos!

  3. Eu apoio 100%. Na questão fisica está provado que uma mulher bem preparada pode correr na F1, se a Danica já venceu na Indy onde não há direção hidráulica, e os carros são bem mais rápidos, porque não daria certo na F1? Na habilidade também não há o que temer, há muitas mulheres que fariam melhor que metade do grid da F1 atual. Ao meu ver só falta a F1 deixar de ser tão machista, e alguma equipe assinar com uma piloto.
    Se a Ferrari realmente colocar uma mulher em seu elenco, será um grande passo para vermos a F1 com menos homens.

  4. Sendo a FI., politica como é, só uma piloto como a chatissima Danica a Histérica, teria chances reais, ou alguém com o cacife dela. Não acho, que uma mulher possa ser pior ou melhor, que um piloto homem, só acho, que a politica vai interferir na escolha, que podera não ser a melhor. Danica a Histérica, usa e abusa do seu genero, e tornou-se mais famosa por isso, que pelas conquistas. Esse tipo de piloto, a FI., não precisa mais, além dos garanhões chatissimos, que já possue. Essa historia de ficar pinçando piloto só para cumprir o politicamente correto, não ajuda em nada a categoria, mas, se aparecer uma piloto, vencedora, que disputou nas categorias de acesso a FI., e venceu, mostrou serviço, não tenho nada contra.

    • Newton, concordo com suas objeções à Danica; de fato, o apelo de marketing tem pesado mais do que os resultados dela em pista. Mas ainda há espaço para o talento: a suíça Simona de Silvestro fez uma bela temporada em circuitos mistos na temporada passada.

      A questão a ser respondida na F1 é se as mulheres podem dar conta da parte fisica. Creio que é uma questão de tempo para termos a resposta.

      Abraços.

  5. Na época perguntaram para o Senna(em canal aberto), o que ele achava da Giovanna Amati na F1, rindo a resposta foi:

    “Mulher no volante, perigo constante”

    Pegou mal pra caramba, quando Senna chegou ao aeroporto no Brasil, um monte de brasileiras foram tirar satisfação. Tem mulher que não “engole” certos tipos de brincadeiras…não teve jeito, Senna teve que se desculpar pela tv.

  6. O maior problema dessa modalidade se resume em uma só palavra: CONCENTRAÇÃO. As mulheres não conseguem se concentrar em uma só atividade, elas pensam e fazem várias coisas ao mesmo tempo, ( e acho louvável isso nelas!!) já os homens são expert em se desligarem do mundo e se concentrarem em uma só tarefa…rsrsrs. Quanto a força física, estamos em 2011 né pessoal?…os carros quase andam sózinhos hoje!

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s